Mais antes de embarcar para Porto Alegre, onde passará os próximos dois dias, o Eduardo Campos, reafirmou que não vai tratar da eleição de 2014 neste ano, mas deixou no ar a impressão de que fala, sim, como candidato a presidente. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, Campos criticou a antecipação do debate sobre 2014:
— O debate sucessório foi antecipado não pelo PSB. Nossa posição sempre foi de que era
necessário, durante o ano de 2013, buscar o que une os brasileiros. Na medida
em que um grande partido, que está no poder há 10 anos, puxa o debate
sucessório, é natural que os outros partidos comecem a se colocar. Mas o tempo
do PSB é outro. O PSB só vai tratar de 2014 em 2014.
Ele também apontou erros do governo Dilma
Rousseff. Disse que é aliado do PT desde o primeiro governo Lula e que o bom aliado é o que aponta os
problemas.
O
governador pernambucano justificou sua proximidade com o ex-governador José
Serra. Lembrou que à época da ditadura sua família (o ex-governador Miguel
Arraes) estava no mesmo lado de Serra — no exílio. Boa parte dos aliados da
presidente Dilma Rousseff, a começar pelo ex-presidente José Sarney, estava ao
lado dos militares.
Na
noite desta segunda-feira, Campos participará da festa de aniversário do
deputado Beto Albuquerque. Nesta terça, fala na Federasul e no Fórum da
Liberdade.

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